Kero abre maior hipermercado de Angola

8 SETEMBRO 2014
A Kero inaugurou o novo hipermercado Kero Gika, a sua 10ª loja em Angola. Alvalade, em Luanda, foi a localização escolhida para acolher esta grande infraestrutura. A abertura oficial ao público do maior hipermercado angolano decorreu no dia 5 de setembro.

Com um uma área bruta de construção de 14 mil metros quadrados, uma área de venda de cerca de 10 mil metros quadrados, 54 caixas de pagamento e mais de 700 lugares de estacionamento após conclusão do centro comercial, o novo Kero Gika é não só o maior hipermercado de Angola como também a maior aposta do Kero até à data, com um investimento na ordem dos cinco mil milhões de kwanzas (36,64 milhões de euros). “Esta é a maior infraestrutura do género em todo o país e uma referência no continente africano. O hipermercado criará 950 postos de trabalho diretos e mais 300 indiretos. O Kero Gika significa um grande investimento por parte do grupo na cidade capital e é a nossa maior aposta até ao momento”, confirma João dos Santos, diretor geral do Kero.

Para além de cerca de 200 referências de marca própria, suprindo já muitas das necessidades básicas de consumo, os consumidores encontram neste espaço zonas mais exclusivas, como uma vasta zona de têxtil de homem, senhora e criança, um espaço de tecnologia com as últimas novidades do mercado e a possibilidade de testar os equipamentos na loja, um balcão de perfumaria, com manicura e maquilhagem, um espaço de sushi com a possibilidade de degustar na loja, um espaço gourmet e um restaurante, com espaços dedicados a fast food e take-away, além de comida tradicional. “Sempre foi ambição do Kero abrir um hipermercado no centro de Luanda. Embora já disponha de dois supermercados, a variedade de oferta que um projeto desta dimensão permite oferecer, através das mais de 40 mil referências, associada aos preços baixos que o Kero oferece, só seria possível com a abertura de uma unidade de hipermercado. É um marco histórico para nós e esperemos que seja igualmente para muitos luandenses”, conclui João dos Santos.