Portugueses preferem folheto publicitário

3 DEZEMBRO 2014
Nos 22 mercados europeus que participaram no estudo, o painel de consumidores revela que o folheto publicitário continua a ser um dos meios preferidos para saber mais sobre ofertas de retalho. Em Portugal, a maioria dos consumidores (62%) prefere o folheto publicitário, seguido da publicidade online (50%) e TV (47%). Esta é a conclusão de um estudo sobre a relevância do folheto publicitário da ELMA (European Letterbox Marketing Association).

As respostas indicam também o folheto publicitário como um meio informativo preferencial em Portugal, sendo que 50% dos consumidores portugueses afirmam ter conhecimento de promoções através de folhetos, sobre os quais de outra forma não teriam conhecimento. Por sua vez, 60% concordam que o folheto publicitário já os levou a considerar produtos que antes não tinham em mente.

Em Portugal, o folheto publicitário foi ainda referido como um meio com o qual os consumidores nacionais estão muito familiarizados. De acordo com o estudo, 73% dos inquiridos recebem folhetos mais do que uma vez por semana e 66% admitem lê-los também mais do que uma vez por semana.

No universo europeu, 55% dos consumidores europeus afirmam ter uma atitude positiva perante os folhetos publicitários, enquanto 84% confirmam utilizá-los efetivamente e 50% dizem guardá-los para futura utilização.

O folheto é também indicado como um meio com influência na experiência de compra em Portugal. O estudo revela que 42% dos consumidores portugueses consideram que podem poupar com o folheto publicitário, nomeadamente através de vouchers e cupões.

No que diz respeito à integração entre a comunicação offline e online, 38% dos inquiridos relatam já ter visto um artigo num folheto e, consequentemente, ter ido pesquisar mais sobre o produto online. Em média, 89% dos consumidores europeus que pesquisa online sobre os produtos depois de vê-los num folheto fá-lo através de pesquisas diretas nos motores de pesquisa, em vez de utilizar possíveis URL ou QR Codes impressos, o que dificulta a medição da integração online/offline das marcas.