86% dos portugueses associam ao automóvel um “custo elevado”

26 FEVEREIRO 2015
O mais recente estudo do Observador Cetelem revela que a maioria dos portugueses (86%) tem a perceção de que a “automobilidade” implica elevados custos. Questionados sobre quais os conceitos que mais associam ao carro, os portugueses responderam: “ganho de tempo” (94%), “liberdade, independência” (93%) e “meio de transporte indispensável” (87%), logo seguidos pelo “custo elevado” (86%). Estas são algumas das conclusões da mais recente edição do Caderno Automóvel.

De uma forma geral, os consumidores dos 14 países analisados fazem ressaltar uma visão utilitária e prática do automóvel. Assim, a noção “ganho de tempo” (94%) está em primeiro lugar, seguida por um “meio de transporte indispensável” (91%) e pela “liberdade, independência, autonomia” (90%). Por outro lado, o “custo elevado” do automóvel é também sublinhado (83%), assim como a banalização do carro: 81% dos automobilistas pensam que a viatura é só mais um meio de transporte entre outros.

O estudo revela ainda fortes disparidades entre países sobre a perceção do custo automóvel. Os mercados mais maduros revelam uma maior sensibilidade para a carestia da “automobilidade” comparativamente com os países em fase de desenvolvimento. O “custo elevado” do automóvel é uma realidade gravada no espírito dos japoneses, que a colocam em 3º lugar, da mesma forma que os belgas, franceses e portugueses a colocam em 4º lugar. No entanto, não constitui a mesma preocupação para os chineses, turcos (7º lugar), brasileiros e polacos (6º lugar).